Christopher Wool é um pintor altamente considerado pertencente à geração intermédia que, desde os anos 1980, explora de formas inovadoras e inéditas as principais preocupações da pintura: as relações entre o plano do quadro e as formas a ele aplicadas, os contrastes de cor entre o preto e o branco, o pictórico e o gráfico, o único e o reproduzido. A exposição do artista em Serralves acompanha a migração da imagística abstracta por diferentes meios de representação, nomeadamente a pintura livre e a serigrafia.
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